sábado, 3 de dezembro de 2011
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Ontém.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Sentindo e sendo.
Serve para concentrar,relaxar,acalmar,descansar e esperar.
Hoje respirei eu fundo,e fui gentil comigo mesma.
A muito tempo tenho procurado gestos delicados,aconchego e conforto.
E entendi que o conforto mais acochoado, encontro em mim mesma.
Agora toda a agonia,foi embora estou radiante de alivio.
O desapego é meu travesseiro.
Na minha cama dorme em paz,o meu corpo cansado,
que se satifaz,por ter vivido o ontem,e por viver agora.
Eu respiro fundo e vivo agora.
Àspero-Afago
O cheiro e a textura, advindos da poeira no asfalto e de objetos de barro, evocam sensações de prazer em minha pele. Relacionar-se com esses materiais, é como o encontro entre o hoje, e ontem do meu corpo. E através desse encontro, que afirmo às minhas preferências internas de movimento. Áspero-Afago é o carinho que aleito o mundo.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Amor com prazo de validade
Deixar-se e perder-se,
Para correr atrás de poesias.
Irá outra vez,
Abarcar-se de fábulas insanas,
Para flutuar, entre pedras, árvores e agonias.
Irá despir-se de paz,
Para mergulhar, em mar de possibilidades, turvas e curvas.
Então, ela acordou!
Fugiu para o sol, e disse:
Quando os raios dos teus pés,
Pisarem a brincadeira mais linda, mais bela e mais viva.
Quando o calor do teu peito solar,
Não queimar, nem arder,
As feridas manchadas,
Marcadas e pisada de brita.
E você for se pondo,
E o piscar da tua luz,
Não mais esquentar,
As pontas dos dedos, que sustentam o dia.
Como brincar no quintal,
Com meus pés em teu peito,
Sem queimar na fogueira,
Que já de manhã, vira pó,
E são; cinzas?
E o sol,
Que pouco falava,
Que nada cantava,
Apenas te olhava,
Suspira e fala: instável são os pés, instável é a vida.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Arrastou meu olhar como imã.
domingo, 6 de novembro de 2011
Vento que passou,girou,mudou,revirou todas as flores do meu quintal!
É bom,alisa,acalma a alma.
Porém tudo se transformar,ainda é sensação.
ainda não se sabe.
eu não sei,apenas vou.
domingo, 16 de outubro de 2011
Nostalgia pós Show do Chico César

Brilho de Beleza ,que faz parte da minha vida é assistir aos shows de Chico César,desde que me entendo por gente,(Obrigada pai e mãe!),embora tenha frustração,por em 1996,ter apenas seis anos de idade,e por motivos de segurança,não ter assistido ao show do Chico Science e a Nação Zumbi,(meus pais,eram responsavéis!).Estou no Riacho do Meio.
Necessito o que eu nem sei procurar,
preciso de chão,chão de caminho,
E era piso ácido aquela terra,
terra arenosa ,que você não pisa nunca mais.
Agora minhas referências fllutam,
sem gravidade,
Não buscam suas casas.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Escorro
ocupa o mais verdadeiro instante,
no espaço do corpo da minha vida.
Fura,aponta e afina,
a dor que estremece,
abaixa e ergue.
Na carne crua,
apura-se os cheiros,
de irregularidades cometidas,
norteando as regras dos exatos dias...
domingo, 18 de setembro de 2011
O que fazer com o domingo?
terça-feira, 19 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Deleites e prazeres de Férias.
domingo, 26 de junho de 2011
Toda vez que eu dou um passo o mundo sai do lugar..,
Desde quando o mundo é mundo, nunca pensou de parar
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)
E tem hora que até me canso de ver o mundo rodar
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)
Quando eu vou dormir eu rezo pro mundo me acalentar
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)
De manhã escuto o mundo gritando pra me acordar
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)
Ouço o mundo me dizendo: -Corra pra me acompanhar!
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)
Se eu correr e ir atrás do mundo vou gastar meu calcanhar
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)
Eu procurei o fim do mundo porém não pude alcançar
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)
Também não vivo pensando de ver o mundo acabar
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)
Nem vou gastar meu juízo querendo o mundo explicar
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)
E quando um deixa o mundo tem trinta querendo entrar
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)



