sábado, 3 de dezembro de 2011

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Não adiantar mentir,fingir,dizer que está tudo na paz.Essa época do ano é muito intranquilo,pelo menos para mim,sempre é agonizante.Muita correria,ruas cheias,compras de Natal,Aff.Espírito Natalino,desses que vejo nas ruas,na angústia das pessoas,eu não quero.Não sei,dever ser porque ainda não aprendir a gostar do fim.Fim de ano,fim de festa,fim de período,fim de filme e fim de livro.Sempre penso; e além disso?O fim é sempre limitado.Não enxergo o fim,enxergo as renovações,essas sim deveriam ser todos os dias.

Estou sem paz,agora,acho que é fim do todo que se a proxima,e para curar isso ,escuto a voz doce da Adriana Calcanhoto.É essa mania que nunca teve fim,que me faz feliz e expulsa esses males,que de vez enquando, deixo pela porta entrar.Preciso mesmo é de renovação,para todo esse fim,que bate na porta,e aperreia os meus ouvidos,com zumbidos,doce-amargo.Porque o que tinha a fazer,já se fez.O que tinha para te dizer;já te disse em meio a testemunhas,tu já foi feito,agora é deixar que se vá com esse maldito fim de ano.






sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Ontém.

Realmente,foi uma delicadeza aquelas florzinhas.

Foi delicadeza também aquelas frases curtas,aqueles olhares e gestos.Ontém disse tudo que estava por dizer,o que guardava,já foi dito.Foi belo,intenso e inesperado.Mais já foi dito...Tenho agora um bem maior,chamado alívio.Alívio por ter feito um bonito trabalho,alívio por ter dito isso, da melhor maneira que saberia dizer.Não seria verdadeiro,se não fosse assim,tinha que ser com poesias,porque você fez, e foi poesia na minha vida.Agora me resta o peito que bate,dois suspiros é uma saudadizinha.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Sentindo e sendo.

Respirar é o segredo para quase tudo.
Serve para concentrar,relaxar,acalmar,descansar e esperar.
Hoje respirei eu fundo,e fui gentil comigo mesma.
A muito tempo tenho procurado gestos delicados,aconchego e conforto.
E entendi que o conforto mais acochoado, encontro em mim mesma.
Agora toda a agonia,foi embora estou radiante de alivio.
O desapego é meu travesseiro.
Na minha cama dorme em paz,o meu corpo cansado,
que se satifaz,por ter vivido o ontem,e por viver agora.
Eu respiro fundo e vivo agora.

Àspero-Afago

Foto Maíra Gamarra


O cheiro e a textura, advindos da poeira no asfalto e de objetos de barro, evocam sensações de prazer em minha pele. Relacionar-se com esses materiais, é como o encontro entre o hoje, e ontem do meu corpo. E através desse encontro, que afirmo às minhas preferências internas de movimento. Áspero-Afago é o carinho que aleito o mundo.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Amor com prazo de validade

Irá outra vez,
Deixar-se e perder-se,
Para correr atrás de poesias.

Irá outra vez,
Abarcar-se de fábulas insanas,
Para flutuar, entre pedras, árvores e agonias.

Irá despir-se de paz,
Para mergulhar, em mar de possibilidades, turvas e curvas.

Então, ela acordou!

Fugiu para o sol, e disse:

Quando os raios dos teus pés,
Pisarem a brincadeira mais linda, mais bela e mais viva.

Quando o calor do teu peito solar,
Não queimar, nem arder,
As feridas manchadas,
Marcadas e pisada de brita.

E você for se pondo,
E o piscar da tua luz,
Não mais esquentar,
As pontas dos dedos, que sustentam o dia.

Como brincar no quintal,
Com meus pés em teu peito,
Sem queimar na fogueira,
Que já de manhã, vira pó,
E são; cinzas?

E o sol,
Que pouco falava,
Que nada cantava,
Apenas te olhava,
Suspira e fala: instável são os pés, instável é a vida.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Arrastou meu olhar como imã.

Alguém Caetaneou o que há de bom,e arrastou-me como imã....



Onomatopéias que me deixam ;nhanhanhammm,



estão passeando por entre as cordas,



Nunca tive tanta necessidade delas;ohh,ticsss,plaft e foi pluft!



E foi o ops!



Ops,que esbarrei em voce e meu imã não quer desgrudar,



e nhaaaarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr.













domingo, 6 de novembro de 2011

Vento que passou,girou,mudou,revirou todas as flores do meu quintal!

Mudou as flores do quintal,então as cores mudam também,levou parte de mim e deixou muito de antes e mais do que ainda não é.Como uma brisa que passa de leve, deixou um abraço tão forte assim?
É bom,alisa,acalma a alma.
Porém tudo se transformar,ainda é sensação.
ainda não se sabe.
eu não sei,apenas vou.

domingo, 16 de outubro de 2011

Nostalgia pós Show do Chico César



Brilho de Beleza ,que faz parte da minha vida é assistir aos shows de Chico César,desde que me entendo por gente,(Obrigada pai e mãe!),embora tenha frustração,por em 1996,ter apenas seis anos de idade,e por motivos de segurança,não ter assistido ao show do Chico Science e a Nação Zumbi,(meus pais,eram responsavéis!).


Porém a nostalgia de hoje,não é a dá frustração de 96,e sim uma enorme saudades da idas e vindas ao show do César com os meus pais.A musicalidade do Chico César,embalou muitas tardes de sábado na minha casa,lembro da chegada do aparelho de cd,e do cd do Chico César rolando em muitas circustancias.Lembro também de ouvir bastante,a música Mama Àfrica, era a minha preferida na época,seu ritmo e palavras me instigava a mover ,era um lúdico mergulho.


Aos sete anos,ouvindo Mama Àfrica,começei a associar as palavras da música,a foto do Bob Marley,que eu via nas camisas de adolescentes que andavam nos onibus elétricos do Recife.Eu gostava de observar,aqueles jovens,as cores do regaee nas suas mochilas e nos enormes fones de ouvido.Certamente ouviam o Bob,iam aos shows do Chico Science,e talvez a Shows do Chico César.Através da minha grande mania ,de pensar muito sobre um determinado assunto, entendi aos sete que a canção falava de um povo negro.Mais que povo negro era esse?Quem era negro,o Bob Marley ,Chico César ou a Mama Àfrica?


Na escolinha que estudava, já tinha ouvido falar da escravidão,parecia tão distante,era quase uma fantasia,mas bem na cadeirinha ao lado,nenhum dos meus coleguinhas queriam ser chamados de negro,todo mundo era moreno,e o cabelo crespo era dito como ruim,sempre amarradinho com gel.Aos nove anos,eu realmente era fã do Chico César,ouvia agora todas as faixas do seu cd,inclusive,Mama Àfrica.Certa vez,acordei liguei o som,e tocava ela,a linda música que ouvia sempre,olhei pro espelho,e pensei:ei,eu sou mama África,era muita pretensão.


Aos doze anos,mais pretensiosa ainda,ampliei o meu repertório musical,bob marley,chico science,zeca Baleiro,Cordel do fogo encantado e Janis Joplin,também fazia parte do meu microsistem,ao lado de Chico César,eu estava repleta de beleza negra.Aos 14 anos,no onibus,era meus amigos que usavam blusas de banda,e a foto era do Chico Science,eu usava fones de ouvido,não lembro o que ouvia,certamente não era o Chico César,porém Mama África fazia a liberdade da minha cabeça,o vento balançava a herança génetica mais linda que a negra meu deu;os meu cabelos.



Até hoje,não entendo porque nega o nego?Se negro é lindo.


"Bob Marley pra sempre estará,no coração de toda a raça negra"

"Chico Science pra sempre estará,no coração de toda a raça negra"


VALEU,Chico César por ontém e sempre, tais em meu coração.!

Estou no Riacho do Meio.

Viajo porque necessito encontrar,
Necessito o que eu nem sei procurar,
preciso de chão,chão de caminho,
E era piso ácido aquela terra,
terra arenosa ,que você não pisa nunca mais.

Agora minhas referências fllutam,
sem gravidade,
Não buscam suas casas.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Escorro

Fluidez recorrente,
ocupa o mais verdadeiro instante,
no espaço do corpo da minha vida.

Fura,aponta e afina,
a dor que estremece,
abaixa e ergue.

Na carne crua,
apura-se os cheiros,
de irregularidades cometidas,
norteando as regras dos exatos dias...

domingo, 18 de setembro de 2011

O que fazer com o domingo?

Espaço de tempo prenchido para o nada,

Que Corre leve de peso vazio,

Aonde se move num campo aberto,

No rumo dá não direção.

Tudo nesse instante se desacelerar,

Pausas breves e estacadas no meio da vida,

Emergindo como o quebrar das ondas sucessivas.

Para onde foi a vontade de enfeitar domingos,

com pedras de doces ,

e espaços recheados por coberturas fluídas de cheiro bom?


terça-feira, 19 de julho de 2011

Na Boaa......

Eu me quero-quero,
muito mesmo.Quero a mim,
eu minha e isso é genial!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Deleites e prazeres de Férias.


-Enfim Férias!
É as férias de julho chegaram para mim, e com muito trabalho e prazer aliados,unidos,juntinhos fincados.Costumo expor as minhas inquietudes,agonias,e o que não cabe mais em mim, eu explodo pro mundo.Agora a explosão é de tanta felicidade,sei que a vida que é minha pouco importa pra quem ler,o interessante é o que se sente o que mexe com agente,e eu muito mexida,tocada,e privilegiada com as experiencias maravilhosas, vivenciadas neste mês explodo pedacinhos dos meus sentimentos por aqui
Acabo de chegar da turnê sudeste com o espetáculo Lua Cambará,e foi forte marcante a experiencia destes últimos dias.Que bom pode, se distanciar um pouco da realidade e experimentar outros sabores,sentir outros cheiros,outros climas e outros ares, e principalmente outros palcos.
Ao som de novos baianos,joguei o meu corpo no mundo;entreguei ao novo,botei fé é deu tudo certo.A Volta pra casa,e a certeza de futuras idas e vindas!viver vale apena!

domingo, 26 de junho de 2011

Toda vez que eu dou um passo o mundo sai do lugar..,

Eu vivo no mundo com medo, do mundo me atropelar(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)
E o mundo por ser redondo, tem por destino embolar (Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)

Desde quando o mundo é mundo, nunca pensou de parar
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)

E tem hora que até me canso de ver o mundo rodar
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)

Quando eu vou dormir eu rezo pro mundo me acalentar
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)

De manhã escuto o mundo gritando pra me acordar
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)

Ouço o mundo me dizendo: -Corra pra me acompanhar!
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)

Se eu correr e ir atrás do mundo vou gastar meu calcanhar
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)


(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)


Eu procurei o fim do mundo porém não pude alcançar
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)

Também não vivo pensando de ver o mundo acabar
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)

Nem vou gastar meu juízo querendo o mundo explicar
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)

E quando um deixa o mundo tem trinta querendo entrar
(Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar)

sexta-feira, 24 de junho de 2011

A Porta Aberta

Há tanta vida dá porta pra fora, e eu aqui vivendo lá dentro. A Porta desta vez não está trancada ou coberta, dura, escura ou enferrujada. A porta não é nada é quase invisível, são linhas imaginárias. Linhas imperceptíveis que criei, para ficar aqui espreitando pela porta.


-Observando pela porta é como estou agora.


E não quero dizer que não exista movimento, vida e sentido, já que os meus olhos são verdadeiros alarmes puros e atentos. Estão sempre com as pupilas dilatadas. É meu amigo!Desta vez abri os olhos!Enxergo até o invisível, como se pode vê o meu lance com a porta.


Sei do mundo como sei de mim, saber que o mundo não para, igualmente ao tempo que não para e eu ultimamente que não tenho parado. Tenho vivido no tempo do mundo, ando com ele e estou aprendendo a caminhar nas suas pontes engarrafadas, canais transbordados e ruas cheirando a fumaça nojenta que atordoa quase sempre, à minha quase vontade de ficar em casa.

-É bem verdade, que agora queria ficar em casa.


Não na casa do mundo, mas na casa que é minha. Saudades do tempo que na minha casa,não se tinha portas e eu cantava,ouvindo o rádio e vendo a lua.

Saudades de morar na lua, que era vida de dentro para fora e vice-versa. Tempo cíclico que se foi que esqueci neste tempo do mundo. Por esses dias reencontrei uma vida, do tempo em que eu vivia no meio-termo de viver na Lua e viver no mundo. E revivi está lua por tempo indeterminado, horas ou minutos talvez, nem sei.Sei que por esse tempo,pouco me importou o tempo que é do mundo,pouco me importou as pessoas do mundo,eu parei no tempo estacado.

-E eram dois coalas abraçados...

Imersão que atravessou a minha porta, que de ser tão invisível sumiu de vez.Duas cabeças da lua,uma infinitude de afinidades, que nesse viver de ser da “lua”e ser do “mundo”,um certo dia se perdeu.

E eu que felizmente me encontrei, no mundo que de ser tão grande é tão pequeno. Encontrei o caminho do mundo, é,e isto já é uma saída, mesmo com a existência de portas nunca vistas,entendam que o mundo é uma saída.E temos que mostras para o mundo o quão é bom viver na lua,e disso quase me esquecia.


sábado, 28 de maio de 2011

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Sim,eu tenho corações.

-Por esses dias, um dos meus corações externos parou de funcionar.

O fio condutor que liga a minha arteria orta a sua, estavam plugados em tomadas distintas,e o outro se foi,nem senti quando se partiu e partiu para bem longe de mim.Coração tão raro e tão precioso se foi.Senti corroer todas as paredes do meu corpo quando soube de sua partida,no momento nada mais era tão importante; minhas dores,agonias e atrasos. Meu pensamento era na sua ausencia.Logo em seguida a única dor que restava ,era essa de não ter ,de não poder e não saber mais nada.Deixei tudo para trás e fui na esperança de ter apenas um minuto se quer de despedida,estava tudo gelado.Aquela cidade era um deserto não tinhas mais cor,apenas o ar permanecia,descubri que eras tu que enfeitava tudo ali.Tudo ali pertencia a voce a imagem que eu tinha daquele lugar era a sua propia imagem,eu viajava pra lá e buscava voce.Agora não busco mais nada,porque apesar da sua ida,sua viagem eterna não vou mais te encontrar em parte de terra nenhuma por aqui.Voce é agora uma daquelas coisas que só podemos sentir.

Agora me contento de saber que estais em mim,só por isso.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Lua cambará,nessa sexta,dia29/04 no

Teatro Barreto Junior,às 20horas!

sábado, 23 de abril de 2011

Sobre Pressões e Toques

-Bem,Pressão e toque, adquiriu significâncias diferenciadas ao decorrer do tempo na minha vida, nos tempos de escola pressão era o que fazia os professores carrascos e tradicionalistas, e toque era a forma que os professores boa praça, diziam algo para aos alunos dispersos e desligados, simples assim, mais será?

Os anos se passaram, e aprendi sobre pressão e toque de maneira menos repartidas e fragmentadas, uma pode complementar a outra e vice-versa.Materializando para o corporal, toque se torna o contato do nosso corpo com outrem, de maneira mais superficial, sem peso e a pressão é o tocar mais profundamente, ir além, ir mais,mais forte.Não necessariamente um tenha um cunho negativo e o outro positivo,depende da ocasião,do fato e do acontecimento.Porém devo ainda carregar comigo essa divergência, que se pressionar meu amigo não tem jeito,eu não funciono,paro e estaciono,perdendo o interesse rapidinho.O desprendimento impera na minha alma,se algo vem pra me encaixotar,ai que sufoco não passo,desamarro o laço e enfeito, com um sorriso minguado aquele que queria me dar o presente, e vós digo:Agora não dá passe outra hora!É tudo questão de tempo mesmo, de hora de data, a exatidão das coisas, às vezes, não podem ser mudadas, interferidas, se não virar coisa outra e não coisa certa!Pressão e toque deveriam acontecer na hora certa, lugar com data marcada!Pressão deveria acontecer com os corpos, na pura ação, sem palavras, apenas sentindo, apenas ser...- Já o toque não, pode ser com olhar, com as mãos, com os pés, mais não passes distante, despercebido, me toques da maneira que quiser estou aberta a estímulos. Na realidade eu queria tocar é o mundo inteiro...Contudo sinto muito não ter te tocado, construísses paredes, fizeste um castelo, resumisse e como já tinha te dito, quero tocar o mundo inteiro.Diferenças culturais ?Deve ser isso, teu toque pra mim é pressão e não pressão das boas,e sim pressão do tempo da escola.E meu toque pra você,deve ser devaneios irreais,impossíveis de conviver e você não tolera. Um desencontro mesmo.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Recife não tem meio Termo!



-Recife não tem meio termo!




Exagerada, ou isto ou aquilo ou nada feito!É o que posso definir sobre o clima da cidade,se isso realmente se define!


Estava disposta a criar algum artificio mirabolante ,pra conseguir enfrenta o sol de rachar o cucão ao meio-dia,já estava quase insuportavél de sobreviver,quando Recife mudar de humor e resolve chorar litros D' agua.Alivio? Que nada!Que nada mesmo,Recife logo se transforma numa cidade quase submersa,fiquei ilhada mesmo,ou nadas ou nada!


Embora as folhas do jambeiro do meu quintal,estejam caídas ao chão,não foi romantico como no filme que assistir outro dia,em que, as folhas das árvores são levadas pelo vento,anunciando a chegada do outono.Aqui não se esculta e não se vê nem um anuncio,a chuva vem pesada!


Recife é arretada mesmo,não alisar ninguem,ou faz chuva ou faz sol!E nos moradores da veneza inundada,usamos a criatividade pra poder circular na cidade sem maiores transtornos.Bote,bota,boto,balde,oi?