Respirar é o segredo para quase tudo.
Serve para concentrar,relaxar,acalmar,descansar e esperar.
Hoje respirei eu fundo,e fui gentil comigo mesma.
A muito tempo tenho procurado gestos delicados,aconchego e conforto.
E entendi que o conforto mais acochoado, encontro em mim mesma.
Agora toda a agonia,foi embora estou radiante de alivio.
O desapego é meu travesseiro.
Na minha cama dorme em paz,o meu corpo cansado,
que se satifaz,por ter vivido o ontem,e por viver agora.
Eu respiro fundo e vivo agora.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Àspero-Afago
O cheiro e a textura, advindos da poeira no asfalto e de objetos de barro, evocam sensações de prazer em minha pele. Relacionar-se com esses materiais, é como o encontro entre o hoje, e ontem do meu corpo. E através desse encontro, que afirmo às minhas preferências internas de movimento. Áspero-Afago é o carinho que aleito o mundo.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Amor com prazo de validade
Irá outra vez,
Deixar-se e perder-se,
Para correr atrás de poesias.
Irá outra vez,
Abarcar-se de fábulas insanas,
Para flutuar, entre pedras, árvores e agonias.
Irá despir-se de paz,
Para mergulhar, em mar de possibilidades, turvas e curvas.
Então, ela acordou!
Fugiu para o sol, e disse:
Quando os raios dos teus pés,
Pisarem a brincadeira mais linda, mais bela e mais viva.
Quando o calor do teu peito solar,
Não queimar, nem arder,
As feridas manchadas,
Marcadas e pisada de brita.
E você for se pondo,
E o piscar da tua luz,
Não mais esquentar,
As pontas dos dedos, que sustentam o dia.
Como brincar no quintal,
Com meus pés em teu peito,
Sem queimar na fogueira,
Que já de manhã, vira pó,
E são; cinzas?
E o sol,
Que pouco falava,
Que nada cantava,
Apenas te olhava,
Suspira e fala: instável são os pés, instável é a vida.
Deixar-se e perder-se,
Para correr atrás de poesias.
Irá outra vez,
Abarcar-se de fábulas insanas,
Para flutuar, entre pedras, árvores e agonias.
Irá despir-se de paz,
Para mergulhar, em mar de possibilidades, turvas e curvas.
Então, ela acordou!
Fugiu para o sol, e disse:
Quando os raios dos teus pés,
Pisarem a brincadeira mais linda, mais bela e mais viva.
Quando o calor do teu peito solar,
Não queimar, nem arder,
As feridas manchadas,
Marcadas e pisada de brita.
E você for se pondo,
E o piscar da tua luz,
Não mais esquentar,
As pontas dos dedos, que sustentam o dia.
Como brincar no quintal,
Com meus pés em teu peito,
Sem queimar na fogueira,
Que já de manhã, vira pó,
E são; cinzas?
E o sol,
Que pouco falava,
Que nada cantava,
Apenas te olhava,
Suspira e fala: instável são os pés, instável é a vida.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Arrastou meu olhar como imã.
Onomatopéias que me deixam ;nhanhanhammm,
estão passeando por entre as cordas,
Nunca tive tanta necessidade delas;ohh,ticsss,plaft e foi pluft!
E foi o ops!
Ops,que esbarrei em voce e meu imã não quer desgrudar,
e nhaaaarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr.
domingo, 6 de novembro de 2011
Vento que passou,girou,mudou,revirou todas as flores do meu quintal!
Mudou as flores do quintal,então as cores mudam também,levou parte de mim e deixou muito de antes e mais do que ainda não é.Como uma brisa que passa de leve, deixou um abraço tão forte assim?
É bom,alisa,acalma a alma.
Porém tudo se transformar,ainda é sensação.
ainda não se sabe.
eu não sei,apenas vou.
É bom,alisa,acalma a alma.
Porém tudo se transformar,ainda é sensação.
ainda não se sabe.
eu não sei,apenas vou.
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