sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Escorro

Fluidez recorrente,
ocupa o mais verdadeiro instante,
no espaço do corpo da minha vida.

Fura,aponta e afina,
a dor que estremece,
abaixa e ergue.

Na carne crua,
apura-se os cheiros,
de irregularidades cometidas,
norteando as regras dos exatos dias...

domingo, 18 de setembro de 2011

O que fazer com o domingo?

Espaço de tempo prenchido para o nada,

Que Corre leve de peso vazio,

Aonde se move num campo aberto,

No rumo dá não direção.

Tudo nesse instante se desacelerar,

Pausas breves e estacadas no meio da vida,

Emergindo como o quebrar das ondas sucessivas.

Para onde foi a vontade de enfeitar domingos,

com pedras de doces ,

e espaços recheados por coberturas fluídas de cheiro bom?