Espaço de tempo prenchido para o nada,
Que Corre leve de peso vazio,
Aonde se move num campo aberto,
No rumo dá não direção.
Tudo nesse instante se desacelerar,
Pausas breves e estacadas no meio da vida,
Emergindo como o quebrar das ondas sucessivas.
Para onde foi a vontade de enfeitar domingos,
com pedras de doces ,
e espaços recheados por coberturas fluídas de cheiro bom?
Nenhum comentário:
Postar um comentário